sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Cantadas de literaturas

És formosa como a branca andorinha a se refrescar no cálice de carrara.- diria Olavo Bilac

Que os vermes prosperem em seu cadáver, suculento, junto ao meu. - diria Augusto dos Anjos

Deus me perdoe, mas contigo ei de consumar o pecado da carne. - diria Gregório de Matos Guerra

Não sou um qualquer! Meu vasto pasto lhe oferecerá de tudo que é preciso. - diria Tomás Antônio Gonzaga

A fruta mais bela que encontrei perto de minha tribo, meu tupin-muru! - diria Basílio da Gama

Amor! Aqui estou a arder em flamas por você, Lua pálida entre as estrelas. - diria Álvares de Azevedo

Virgem! Forçada por todos, hoje serás livre da fúria do chicote por mim. - diria Castro Alves

Te amarei pelo tempo que me satisfazer a necessidade de homem - diria Machado de Assis

Vamos começar a transar no calor de sua cama antes que seu marido chegue - diria Aluísio de Azevedo

Oh! Flor branca, com teu eflúvio sabor, trouxe-me o gosto da felicidade - diria Cruz e Souza

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