Não diga todos os problemas que ei de ouvir.
Livra-me da realidade cruel, me Corrompe
Esta doce lágrima que me cai na face, me Fere,
Pois hoje tirei o dia para me embriagar.
Toma-me o copo Vorazmente e o prova.
Sabes que não suportas, sou filho de Baco.
Entre amores numa cama, acorda sóbria
Do sonho que muitos tiveram com você.
"Passe-me um fósforo", eu digo, acendo o cigarro.
Vestido me evoco a repor energias.
Me vem a cabeça o longo trajeto ao trabalho
"Passe-me a manteiga", eu digo, como um pão.
Com um olhar sedutor e Selvagem, me chama.
Estamos nus novamente, depois de mais um sonho.
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