
Uma outra, como todas as outras artes que se definem pelo que não são.
Não é da raiz da Arte Pupunha, nativa brasileira, mas é parasita do seu palmito, parasita das palmas nacionalistas hipócritas de um povo que não é filho de Tupã.
Erudita, por assim dizer na atualidade, mas não deixa de ser prosaica e burlesca.
Feita por príncipes dos sons, lordes das cores, condes das formas, marqueses das letras, enfim, nobres de espírito. Vivem em palácios da sabedoria em exílio de si (auto-escapismo), um spleen duas vezes ao contrário e inverso.
Um palaciano sabe que o é, mas nunca admitiu, nem nunca falou! Seja por falta de coragem ou coragem exacerbada!
Não merece ter compromisso, não merece ter nada, porque não é oferecido, não é comum, nem incomum, não é nada, nem é nada (ou não).
Não é a ciência da falta de confiança da certeza e nem da incerteza.
Não é bela por si só, nem em conjunto, nem é feia, nem é isso, nem é aquilo, aquilo outro! Não!
Senhores, ainda não se sabe se é pré-arte, arte, anti-arte ou pós-arte.
Dentre toda a certeza dessa incerteza estou certo de que ninguém estará a salvo de conhece-la.
3 comentários:
Há! Eu já sabia! Esse Uílame aí é todo individualista!
Não é nada!Ele pensa na sociedade!
:D
Individualista! Egoísta e egocêntrico não!
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